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Mesmo impugnado por crimes, candidatos de Ney Santos continuam a fazer campanha

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Alguns candidatos de Ney Santos continuam a fazer campanha, mesmo condenados, impugnados e inaptos por cometerem crimes.

Até o momento, são 92 candidatos indeferidos, por diferentes situações e diferentes impugnações. Desde falta de documentos, passando por improbidade administrativa, até tentativa de homicídio.

Vereador indeferido por improbidade administrativa

Um dos casos é Doda Pinheiro, impugnado por improbidade administrativa, que continua fazendo campanha, mesmo com remotas chances de reversão.

Doda continua postando vídeos e textos em suas redes sociais, marcando reuniões e com campanha de rua.

Em sentença, o juiz Gustavo Sauaia chegou a dizer que a defesa de Doda era um “louvor a própria incompetência”:

“Não deixa de ser irônico que alguns candidatos se valham da alegação de culpa para afastar improbidade dolosa em termos eleitorais. A ironia se deve à memória dos que se proclamavam ‘competentes’ nas campanhas. Agora tecem loas [louvores] à própria incompetência”

Em matéria no site Verbo Online, há a descrição e sentença completa que condenou Doda.

Mesmo com a condenação e chance remota de reversão, Doda continua fazendo campanha.

Candidato indeferido por tentativa de homicídio

Outro caso é de Beto Cruz, réu por tentativa de homicídio e mesmo assim tentou sair a vereador em 2020.

Após impugnação, o candidato de Ney Santos não apresentou contestação.

Liderança do Jardim Magali indeferido por roubo de carga

Outro caso é de Vitor Matos, indeferido por roubo de carga. Em sentença, o juiz Gustavo Sauaia deu uma aula de direito e impugnou o candidato a vereador da coligação de Ney Santos (Republicanos), atual prefeito de Embu das Artes.

Mesmo assim, Vitor continuou fazendo campanha, também com chances remotas de reverter. Por condenação na justiça comum por “apropriação indébita”, artigo 168, § 1º, inciso III, do Código Penal, são poucas as chances e não há jurisprudência de um condenado deste tipo reverter a impugnação na justiça eleitoral.

Com reunião na última sexta feira (23) no Jardim Magali, Vitor comete uma espécie de estelionato eleitoral, fazendo centenas de pessoas levarem a crer que existe reversão em seu caso.

O curioso no caso de Vitor é que a quantidade candidatos em seu bairro, Jardim Magali, é consideravelmente menor do que em outros bairros. Há a necessidade de angariar votos para Ney Santos no bairro, com ou sem candidatura de Vitor. Abandonar juridicamente um candidato em um bairro sem candidatos seria uma péssima decisão política para Ney Santos.

Outros candidatos são impugnados por falta de documentos

Dezenas de outros candidatos de diversos partidos, como o PT, DEM, PROS, PSL, PL, entre outros, também foram impugnados, mas não por crimes, e sim por falta de documentação.

Todo candidato precisa cumprir uma série de obrigações jurídicas e burocráticas, como entregar certidão criminal, histórico escolar, cópias autenticadas, entre outros.

Em muitos casos, principalmente para imigrantes de outros estados, esses documentos ficam perdidos em cartórios pelo Brasil. Mesmo sem nenhuma condenação, cumprir esses requisitos tomam tempo e também dinheiro para um candidato que está preocupado com a sua candidatura.

Os casos desses partidos, a expectativa é que a decisão seja reformada e que os candidatos participem normalmente do pleito eleitoral.

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Comentários

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