Colégio Paulo VI responde matéria do site Embu News em direito de resposta

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Após matéria do site Embu News sobre o denúncias de bullying e assédio moral na escola Paulo VI, os advogados pediram direito de respsota


Colégio Paulo VI se manifesta sobre polêmica envolvendo reunião pedagógica

No dia 26 de março de 2025, o Colégio Paulo VI LTDA, instituição de ensino confessional
de orientação cristã, realizou uma reunião pedagógica com um pai de aluno que havia relatado
supostas irregularidades. O encontro contou com a presença da diretoria e da coordenação
pedagógica da escola, com o objetivo de esclarecer a situação relatada pelo responsável.

De acordo com o Colégio Paulo VI, a reunião foi conduzida de maneira cordial e respeitosa,
buscando uma solução adequada para o caso apresentado. No entanto, segundo a instituição, o pai
a todo momento cortava os profissionais em suas falas, passando a proferir acusações infundadas
contra o filho menor dos diretores, gerando um clima de tensão entre os presentes.

Em determinado momento, o genitor teria iniciado a gravação de um trecho da reunião sem
autorização, o que, segundo a escola, configuraria violação ao direito à intimidade e à imagem,
garantido pelo artigo 5º, inciso X, da Constituição Federal. O vídeo foi posteriormente publicado
nas redes sociais Instagram e TikTok, atingindo mais de 30 mil visualizações antes de ser removido
pelo pai.

A gravação continha expressões ofensivas dirigidas à instituição e a seus gestores, tais como:
“bosta” e “merda”, incluindo termos pejorativos e críticas diretas ao diretor, a quem o pai teria
acusado de “se achar um deus”. Observa-se da gravação que o pai adota comportamento exacerbado
e beligerante em face da comunidade escolar, que a todo o momento observou atônita a conduta
desequilibrada do reclamante

Conforme noticiado, o caso resultou em uma campanha difamatória contra a instituição, com
incentivos para que outros pais cancelassem matrículas ou evitassem contratar os serviços da escola.
A direção destaca que tais ações configuram lesão à honra objetiva da instituição e ensejar medidas
judiciais cabíveis, conforme entendimento pacificado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ),
expresso na Súmula nº 227. Ademais, a notificação extrajudicial enviada não tem por objetivo
“silenciar pais”, conforme fora noticiado, mas preservar a honra da instituição.

A instituição reafirma seu compromisso com a transparência e a ética, negando as alegações
feitas pelo pai no vídeo. Ademais, lamenta a repercussão negativa do caso e informa que está
adotando providências para preservar sua reputação. Entre as medidas anunciadas, está a criação de
um Comitê de Análise, que permitirá maior participação da comunidade escolar na formulação de
soluções e diretrizes.

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